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Resenha: Wackah XVII

Primeiramente, FORA TEMER! Em segundo lugar, já estávamos com saudades do Wackah, em Ervália, e chegou o dia tão esperado. Esse último sábado (15-04) foi dia de Wackah Festival 16º edição. Retornando a seu palco original, o singular Forró do Zé Rosa se encheu de bangers para prestigiar as cinco bandas que agitaram do início ao fim o evento. 

Abrindo os trabalhos, a banda de heavy metal Blazing Fire, natural de Muriaé (MG), foi animando a galera (apesar de algumas pausas técnicas) com  seus covers de Black Label Society, HammerFall e Twisted Sister, esquentando a galera. Mas rolou também música autoral do vindouro EP "Sounds of the Wasteland".

Na sequência, rolou o show da banda Cálida, de Governador Valadares (MG). Quando anunciaram que seria cover de SOAD, curti a ideia do tributo, mas qual foi a minha surpresa quando eles também apresentaram o seu ótimo trabalho autoral.  Além das famosas músicas do grupo americano, como Aerials e Chop Suey!, a banda também trouxe seu som autoral, com músicas em português e som pesado, alternado com partes suaves e que já estão disponível no EP "Viemos para Ficar ". Ainda rolou um cover de Sad But True, do Metallica, para delírio da galera. 

Logo após entra em cena a banda que esta bem cotada em vários eventos importantes na cena nacional, a Venereal Sickness, de Caratinga (MG). O puro Death Metal destruidor nos foi apresentado, a banda autoral mostrou uma técnica impecável e presença de palco contagiante. Contagiante até demais, já que o nosso Rock Star local, o Tuim, se empolgou e logo nos primeiros acordes de "Evil Dead", da banda Death, ele já subiu no palco para cantar. A banda anunciou pro ano que vem um documentário sobre os 15 anos da Venereal, muita história para contar. 

Depois veio a banda de Thrash metal Demolition, também de Governador Valadares (MG). Que show foda, o peso das linhas de bateria incríveis e vocal foda da incrível Thais Teixeira, movimentaram o público do início ao fim. Tributos ao Sepultura nunca são demais, e mosh atrás de mosh aconteceram. Ainda na vibe de participações nos vocais, Mateus Mustaine soltou a voz com a banda. Também rolou som autoral do EP "Manipulation for Tragedy", super aprovado pela galera. A banda prometeu para esse ano ainda um novo álbum, então fiquem ligados. 

Para finalizar, a banda da casa, Erva Mate Experience (Ervália-MG), trouxe muito psicodelismo e descontração para o palco do Zé Rosa, muito The Doors, Raul Seixas (músicas para aqueles fãs de verdade) e viagens aos anos 60/70. Como foi a última banda, eles tiveram passe livre para tocar a vontade, o som rolou até altas horas. 

Em conclusão, foi um ótimo evento, a mágica do Wackah com certeza está atrelada a mágica do Zé Rosa. Uma edição para ser lembrada. Quero aqui parabenizar e agradecer o produtor André Cabeção por mais esse evento, foi anunciado um hiato do Wackah para o futuro breve, esperamos não que tarde a voltar.

Fotos: 

Resenha: Ranielle Motta

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