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Resenha: Matanza Fest

Em uma plena sexta feira 13 – data para lá de emblemática,o clube paulista “Tropical Dance” abrigou o MatanzaFest, que contou com as bandas Test, Oitão, Vulcano, DeadFish e os anfitriões do Matanza. Embora tenha ocorrido alguns atrasos nas apresentações, o público não desanimou nem um pouco, mostrando muita energia, em especial nas últimas apresentações da noite.

O Test abriu a noite do evento. Aliás, há algumas curiosidades interessantes, a começar por serem uma dupla. Com um som ligado às vertentes Metal e Grindcore, este duo viaja de Kombi pelo Brasil, e, geralmente, usa as calçadas das casas onde ocorrerão shows no dia para fazer apresentações, funcionando quase como banda de abertura de eventos. No MatanzaFest, botaram pra quebrar, agitando o público ainda tímido que chegava no local. É um som que surpreende e vale a pena conferir, em especial pela pegada do baterista Thiago Barata.

Em seguida subiu ao palco a Banda Oitão, banda paulista de Hardcore formada em 2008 e que já conta com grande prestígio no cenário underground nacional (se considerado o pouco tempo de estrada). Suas letras possuem bastante atitude, discutindo os diversos problemas sociais paulistas e brasileiros, com uma linguagem bem próxima daqueles que sofrem com tais problemas. Destaque para as músicas chacina e 4º mundo, cantadas pelos presentes que já são bem familiarizados com o som da banda.

A terceira banda que entrou para agitar no MatanzaFest foi a banda de death/black metal Vulcano, que já possui história e tempo de estrada respeitáveis. Fundada em 1981, foram pais do estilo no Brasil, influenciando, certamente, uma legião de brasileiros posteriormente. No entanto, o show não empolgou tanto quanto a sua trajetória marcante. O destaque do show ficou para a música Guerreiros de Satã.
A esta altura da noite a casa estava lotada para ver os dois principais shows da noite, sendo o primeiro deles o DeadFish. Ao contrário do que se possa imaginar, pois, das bandas, era a que possuía o estilo mais destoante das demais bandas, o show foi extremamente enérgico e, certamente, o mais cantado pelos presentes, que não cansavam de pular e fazer pirâmides humanas na apresentação. Diversos clássicos comemorando os 20 anos de banda foram executados, como “A urgência”, “Você’”, “Bem Vindo ao Clube”, “Afasia” e “Sonho Médio”.

A noite foi encerrada com os anfitriões do evento – Matanza. Se o show anterior foi certamente o mais cantado, o show da banda liderada pelo vocalista Jimmy London foi o mais enérgico, sendo extremamente constantes as rodas de mosh ao longo da apresentação. Com grande domínio do público, o Frontman, junto com os demais integrantes da banda, abriram o show com “O chamado do Bar”, que também contou com grandes clássicos como “Santa Madre Cassino”, “Pé Na Porta e Soco na Cara” e “Bom é Quando Faz Mal”.

Com o intuito de fortalecer o cenário Rock Nacional, o MatanzaFest vem, aos poucos, conquistando seu espaço na agenda brasileira. Nesta segunda edição, o evento desembarcou em nove capitais, levando um som pra lá de pesado e enérgico para os bons amantes do estilo. 
(por: Diogo N. Maciel)


Fotos do evento acesse os links abaixo:











1 Comentario "Resenha: Matanza Fest"

  1. Queria ter ido nesse evento, parece que ficou muito massa!

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