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Resenha: Blaze Bayley



   Injustiçado, guerreiro, incansável. Estes são alguns adjetivos comumente atribuídos ao vocalista inglês Blaze Bayley. Muitos questionam até hoje sua passagem pelo Iron Maiden, mas o fato é que o vocalista é dono de uma carreira solo muito boa, dotada de excelentes composições. E foi isto que pudemos comprovar em sua primeira passagem por Conselheiro Lafaiete.

     Antes do show acústico do vocalista, fomos surpreendidos por uma apresentação do violonista  Thomas Zwijsen tocando clássicos do Maiden em versões acústicas,  sendo perceptível a influencia neoclássica no rapaz,  bem como sua apuradíssima técnica. Algumas músicas foram executadas apenas por ele, como “Aces High”, “Fear Of The Dark” e “The Trooper”, enquanto outras como “Blood Brothers” e “Wasting Love” a violinista, Anne Bakker, o acompanhava com excelentes melodia. 
    Era chegada a hora esperada, e após a apresentação de Thomas e Anne, Blaze Bayley subia ao palco executando “Judgement Of Heaven”, canção do seu primeiro álbum com a Donzela, o X Factor. Mesmo não se tratando de uma das músicas mais celebradas de sua passagem pelo Maiden, era notável a participação do público cantando, agitando e obedecendo aos comandos de um agitado e frenético Blaze. Na sequência, tivemos  “Lord Of the Flies”, também do X Factor.
   Logo após tivemos outra surpresa: “Como Estais Amigo”, canção pouco lembrada do do Virtual, que foi cantada em uníssono pelo público. Na sequência foi a vez de “The Truth Revealed”  do seu segundo álbum solo, “Tenth Dimension”, seguida por  “The Launch” com uma intensa interação de Blaze com o público. Aliás, deve– se salientar que Blaze é dono de uma excelente presença de palco e o tempo todo cumprimentava e agitava o público.
     Dando continuidade tivemos a ótima “Futureal” de Virtual XI, onde um fato no mínimo, inusitado aconteceu: quase no final da música, o violino de Anne Bakker “explodiu” (!). Na realidade, uma peça de seu instrumento soltou-se , impossibilitando que ela continuasse tocando. Mesmo assim o show continuara com “Russian Holiday”, com uma ótima interpretação e sentimento da parte de Blaze, fato que repetiu– se nas músicas seguintes -  “One More Step” e “Sound Track Of My Life”. É notável também o conteúdo lírico destas músicas, nas quais o vocalista fala sobre perseverança e as dificuldades da vida, coisas presentes em toda sua carreira.
     De volta às músicas do Iron Maiden, tivemos a aclamada “The Clansman”, de Virtual XI, bem como “Doctor Doctor”, do U.F.O, música coverizada pelo Maiden com Blaze nos vocais, e que gerou uma certa confusão do próprio Blaze e de alguns presentes sobre  em qual álbum da Donzela ela estaria. Mas isto logo foi deixado de lado e o público agitou muito ao som da canção.
    Era chegado o final do show e, após os agradecimentos de Blaze, tivemos sua música mais conhecida nos tempos de Iron Maiden,. Man On the Edge, com bastante energia e interação do público.  Fechand a noite tivemos a apresentação da banda Jet Lag, com versões acústicas de clássicos do Rock, como Back In Black (AC/DC) e Whole Lotta Love (Led Zeppelin).
 Até o fechamento da casa, um carismático Blaze tirava fotos com os fãs e autografava CD’s trazidos por eles, que nunca vão esquecer o show deste que é um verdadeiro sobrevivente na história do Heavy Metal.

(resenha: Tuim Armindo)


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