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POESIA: Inferno de Barro


Max Silva Costa


A água sempre traz vida
Mas a máxima virou uma cruel ironia
A criança que outrora sorria,
Agora está aos prantos e aturdida.

Vejam, os demônios tiram sarro!
Pulmões inflam-se de vermes e lama
Ouçam os gritos, a morte chama
Nesse inferno esculpido em barro.

A esperança sangra e se desfaz,
Assim como o que um dia foi construção
Destruída pela chuva efêmera, porém voraz.

Quantos tentam gritar sem voz,
Sufocados em meio aos ratos e a podridão
Eis o fim, a água tornou-se o algoz.

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